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Vai viajar no feriado? Cheque a lista com as novas regras para aeroportos

Vai viajar no feriado? Nós atualizamos a lista com as novas regras, de acordo com a Anac. Confira!

 

As novas regras para o transporte aéreo de passageiros no país, aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já estão valendo há mais de um mês. Mas muita gente ainda está em dúvida ou deixando passar direitos que lhes foram garantidos por lei. Então, para ajudar nas próximas viagens, nós atualizamos a lista com as novas regras, de acordo com a Anac.

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Antes do voo:

– As empresas aéreas deverão informar o valor total a ser pago pelo consumidor no anúncio da passagem, já incluídas as taxas aeroportuárias e tarifas de embarque

– O consumidor deve ser informado sobre as principais regras de alteração do contrato, o valor do reembolso, tempos de voo e conexão e regras de bagagem, como valor de excesso e franquia praticada pela empresa

– Na hora da venda da passagem, serviços e produtos adicionais não podem estar pré-selecionados, para evitar que o consumidor acabe comprando sem querer um serviço

– As empresas devem oferecer passagens com regras mais flexíveis para alterações. Pelo menos uma das opções de passagem deve garantir 95% de reembolso ao passageiro no caso de mudanças

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– As multas para alteração da passagem ou reembolso não podem ultrapassar o valor pago pela passagem

– As empresas deverão corrigir erros na grafia do nome do passageiro sem ônus, para evitar problemas de embarque e cobranças indevidas

– O consumidor terá 24 horas para desistir da compra da passagem sem ônus, no caso de passagens compradas com mais de sete dias antes da data do voo

– As mudanças de horário, itinerário ou conexão no voo pela companhia devem ser avisadas com antecedência mínima de 72 horas ao passageiro. Se a alteração for superior a 30 minutos, o passageiro tem direito a desistir do voo

– As empresas aéreas não são mais obrigadas a oferecer franquia de bagagens aos passageiros. As companhias poderão decidir qual franquia de bagagem oferecer e o consumidor poderá escolher o serviço

– A franquia da bagagem de mão passa de 5 quilos para 10 quilos, observado o limite de volume e as regras de segurança da Anac

– As empresas deverão oferecer informações mais claras sobre o pagamento de excesso de bagagem, para evitar o “fator surpresa” no despacho da bagagem. Atualmente, o preço do excesso depende da tarifa comercializada em cada voo. Com a mudança, o passageiro deverá saber quanto vai pagar pelo excesso na hora da compra da passagem

– As empresas devem apresentar regras mais claras sobre procedimentos e documentação para embarque

– Os passageiros devem cumprir requisitos para embarque, como documentos, vistos, vacinas, etc, e deve atender instruções e avisos

Durante o voo:

– O passageiro deve informar a empresa aérea se carrega na bagagem bens de valor superior a cerca de R$ 5,2 mil. O objetivo é evitar conflitos em casos de extravio de bagagem e facilitar eventuais indenizações

– As empresas não poderão cancelar automaticamente o trecho de retorno quando o passageiro avisar que não fará uso do trecho de ida. Ou seja, se o passageiro perder o trecho de ida, ele pode utilizar o trecho de volta, mediante aviso à companhia aérea. A regra vale para voos domésticos

– Caso a empresa deixe de embarcar o passageiro, por overbooking, por exemplo, ele deve ser indenizado em cerca de R$ 1 mil para voos domésticos e R$ 2 mil para internacionais

– A Anac decidiu manter os direitos dos passageiros no caso de atrasos ou cancelamentos de voos, como comunicação, alimentação, transporte e hospedagem. Mas houve alteração na regra: a hospedagem em hotel deve ser oferecida pela empresa apenas em caso de necessidade de pernoite. Em outros casos, a acomodação pode ser feita em outros locais, como nas salas VIP dos aeroportos

Depois do voo:

– As bagagens extraviadas devem ser restituídas em até sete dias para voos domésticos. Atualmente, o prazo é de 30 dias. Para voos internacionais, o prazo permanece em 21 dias

– As despesas do passageiro em função do extravio de bagagem, como compra de roupas e itens necessários, devem ser ressarcidas, no caso de passageiros que estejam fora de seu domicílio. O passageiro deve ser indenizado em até sete dias após o registro do extravio

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Como escolher um bom seguro auto?

A escolha de um bom seguro auto depende do que para você é valorização, importante, compensatório. Entenda:

O que é importante de verdade para você? Muitas pessoa não tem uma resposta fácil para esta pergunta e sem saber o que é realmente importante, ficam confusas para decidir e escolher.

Porém, para tudo na vida, faz-se necessário definir o que é importante, o que tem valor. Quando se fala em seguro de automóveis, é mesma coisa. Veja essa comparação:

A região de Mendoza, na Argentina é linda, e lá existem 965 vinícolas, produzindo vinhos para todos os gostos e bolsos. Vale a pena conhecer, mesmo para quem não é apreciador de vinhos, pelas belezas naturais.

Fiz esta introdução para contar um caso: nestes dias eu estava renovando o seguro de um carro, e os valores variavam de R$ 2.500,00 a R$ 7.200,00, em oito Seguradoras diferentes, em bases aparentemente iguais. Qual seguro você compraria? Geralmente, ouço a resposta: se são parecidos, compro o mais barato; em uma decisão muito lógica e razoável.

Neste caso, era um carro de luxo, cujo valor é o dobro de um Honda Civic, ou de um Toyota Corolla, todos excelentes veículos. Se são muito parecidos e fazem a mesma coisa, por que o cliente comprou um carro com valor tão mais alto?

Antes de responder, repare na foto: todos muito parecidos, mesmo fabricante, com valores entre US$ 25 e US$ 250. Qual você escolheria? Ah, você não bebe? Vejamos então um celular, da Samsung: Os valores vão de R$ 400 a R$ 3.000. E ainda tem o iPhone por R$ 3.500. Qual você escolheria?

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Quase sempre escolhemos pelo valor que o produto ou serviço tem para nós, por aquilo que nós valorizamos. Quando não sabemos avaliar corretamente, utilizamos os serviços de um especialista, seja de um médico ou de um consultor de seguros.

Voltando agora à pergunta inicial, qual seguro você compraria? Quando falamos de valores, e não de custos, a resposta honesta sempre será: escolhe este porque eu gosto, quero este, e posso pagar por ele. É a minha referência ou preferência!

O Seguro Auto Humber é um seguro de carro que deixa seu veículo protegido e oferece mais segurança e tranquilidade para você. Ele garante a cobertura completa nos casos de danos causados em seu veículo por colisão, incêndio, roubo ou furto, inundação, queda de objetos, entre outros incidentes.

Veja as principais vantagens:

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  • Carro extra.
  • Serviços à residência: reparos hidráulicos e elétricos, desentupimento, substituição de telhas e chaveiro e, no caso de pessoa jurídica, reparo de portas de aço onduladas.
  • Serviços de telefonia, consertos de geladeiras, máquinas de lavar (roupa, louças e tanquinho), máquina de secar roupa, fogão a gás e forno de micro-ondas
  • Help Desk (assistência ao computador)
  • Outros serviços.Obs: As garantias e serviços dependem das opções contratadas.

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Biopec: o moderno laboratório de biossegurança para Pecuária no Brasil

O Biopec está localizado na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS)

Com informações da Assessoria de Imprensa

O Biopec é o mais moderno na área de pesquisa em segurança e qualidade da carne da América Latina, possibilitando estudos relacionados a agentes de alto risco como salmonelose, brucelose, tuberculose, vírus da febre aftosa, influenza aviária, influenza suína e raiva. O Laboratório Multiusuário de Biossegurança para a Pecuária (Biopec) foi inaugurado na quinta-feira, 30, na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS).

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Foto: Embrapa

O presidente da Embrapa, Maurício Lopes, explicou que o laboratório é do tipo multiusuário e que outras instituições públicas ou privadas voltadas para atividades de ciência e tecnologia, podem fazer uso de sua infraestrutura para realização de projetos de PD&I em conjunto com a Embrapa. “A pesquisa agropecuária passa a contar com um conjunto de instalações modernas que contribuirão para colocar o Brasil em posição diferenciada na segurança dos alimentos e das cadeias produtivas pecuárias”.

Ele destacou que o Biopec é fundamental para o Brasil se manter na fronteira do conhecimento e das boas práticas de proteção da pecuária. “O Brasil está dando um salto de qualidade na pesquisa e equiparando-se aos países mais desenvolvidos. Avançaremos em pesquisas de ponta que antes não eram feitas no País devido à ausência de estrutura de alto nível de biossegurança”. Para o ministro Blairo Maggi, o Biopec proporciona segurança, conhecimento e tranquilidade para o Brasil mostrar ao mercado externo. “O que a Embrapa está oferecendo ao Brasil é uma nova oportunidade de multiplicar a nossa produção”. “A entrega desse laboratório contribui muito para a melhor sanidade e maior segurança aos mercados que consomem os nossos produtos”, avalia o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja.

O chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, acrescenta que o laboratório conta com um conjunto de instalações que aumenta a capacidade do Brasil de garantir a qualidade sanitária dos rebanhos. “O laboratório terá capacidade analítica para execução de pesquisas voltadas, principalmente, para prevenção, controle e erradicação das principais doenças de risco biológico para a cadeia produtiva da pecuária brasileira, tanto para bovinos quanto para ovinos, caprinos, suínos e aves”. Também será possível estudar em um mesmo laboratório bactérias causadoras de botulismo, antrax e intoxicações alimentares. Também poderão ser desenvolvidos testes e vacinas para doenças como a brucelose e trabalhos de pesquisa com príons (proteínas) causadores de encefalopatias espongiformes (vaca-louca e scrapie), sempre de acordo com as mais avançadas normas de biossegurança.

A área total do laboratório é de aproximadamente 1.000 m2, das quais 500 m2 com infraestrutura contendo área de contenção em biossegurança, além de uma inédita estrutura para biotério de manutenção e experimentação animal Nível 3. O Laboratório conta com um complexo sistema de segurança automatizado e integrado. A previsão é que comece a funcionar em abril, com início de operação pelas salas de apoio, onde há infraestrutura em biologia molecular e para operações de suporte. Logo depois começa o funcionamento dos laboratórios dos níveis mais avançados e o biotério de experimentação. Para a construção do Laboratório Multiusuário de Biossegurança para Pecuária (Biopec) foram investidos R$ 10 milhões. Os recursos têm como origem o orçamento da Embrapa e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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Países retomam exportação de carne brasileira; veja a lista

Confira a lista com a situação das exportações de carne do Brasil, organizada por órgãos de governo

Com informações da Agência Brasil e Ministério da Agricultura

O Chile decidiu retirar a suspensão total à importação da carne brasileira, mas manteve a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A informação foi divulgada neste sábado, 25, pelo Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile. O país havia anunciado a suspensão temporária à importação de carne do Brasil até que fossem prestados esclarecimentos sobre o caso. A China e o Egito também anunciaram a reabertura para a importação de carne do Brasil.

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O órgão chileno justificou que a decisão foi tomada após ter recebido explicações do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil em resposta ao pedido de informações detalhadas sobre as investigações da Polícia Federal. O Chile informou que poderá suspender as importações de qualquer outro estabelecimento que apareça posteriormente nas investigações.

A exemplo do Chile, o Egito e a China também mantiveram a proibição para a importação da carne dos frigoríficos investigados e que tiveram os certificados de exportação cassados pelo Ministério da Agricultura. Mais cedo, o Ministério da Agricultura havia anunciado  a “reabertura total do mercado de carnes brasileiras” pela China.

O Egito havia imposto a proibição até que as autoridades brasileiras fornecessem esclarecimentos considerados satisfatórios. O Ministério da Agricultura egípcio declarou reconhecer a qualidade da carne brasileira após exames feitos por três diferentes órgãos governamentais.

Pelo menos 19 países e a União Europeia suspenderam total ou parcialmente as importações de carnes brasileiras após o anúncio da Operação Carne Fraca. Outros quatro países, entre eles os Estados Unidos, reforçaram o controle sanitário para entrada do produto brasileiro.

Os EUA comunicaram oficialmente que não vão embargar as carnes brasileiras e seus derivados, embora tenham aumentado a inspeção, que fazem de rotina, sobre produtos cárneos que importam do país, informou na sexta-feira, 24, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). “O embaixador americano, Michael McKinley, me ligou dizendo que essa é a posição de Sonny Perdue, indicado para ocupar o posto de secretário da Agricultura dos Estados Unidos.”

As investigações da PF apontam a existência de esquema criminoso que envolve empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo.

Lista

Confira a lista com a situação das exportações de carne do Brasil, organizada por órgãos de governo, como os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, tendo como fonte em grande parte as embaixadas do país no exterior e informes oficiais.

Medidas, como embargos, vinham sendo adotadas por importadores, em função da operação Carne Fraca da Polícia Federal, no último dia 17, mas autoridades desses países têm revertido suas decisões , depois de esclarecimentos feitos pelo governo brasileiro.

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Uso de pesticidas precisa de nova regulamentação, dizem agentes ONU

Dois especialistas da ONU pediram um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura

Com informações da Agência ONU

Na semana passada, em 7 de março, dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

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Foto: Akarsh Simha/Flickr/CC

De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.

Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.

“O uso excessivo de pesticidas é muito perigoso para a saúde humana e para o meio ambiente, e é enganoso afirmar que eles são vitais para garantir a segurança alimentar”, afirmaram os relatores em declaração conjunta.

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Eles destacaram que a exposição crônica aos pesticidas tem sido associada ao câncer, ao Alzheimer e Parkinson, bem como a distúrbios hormonais e de desenvolvimento e esterilidade.

Disseram ainda que agricultores e trabalhadores agrícolas, comunidades que vivem próximas a plantações, comunidades indígenas e mulheres grávidas e crianças são particularmente vulneráveis à exposição a pesticidas e requerem proteções especiais.

Os especialistas enfatizaram a obrigação dos governos de proteger os direitos das crianças contra substâncias perigosas, alertando também que certos pesticidas podem persistir no ambiente por décadas e apresentar uma ameaça para todo o ecossistema, do qual depende a produção de alimentos.

Embora reconhecendo que certos tratados internacionais atualmente ofereçam proteção contra o uso de alguns pesticidas, eles enfatizaram que ainda não existe um tratado global para regular a grande maioria deles, deixando uma lacuna crítica no quadro de proteção de direitos humanos.

“Sem uma regulamentação harmonizada e rigorosa sobre a produção, venda e níveis aceitáveis de uso de pesticidas, a carga dos efeitos negativos dos pesticidas é sentida pelas comunidades pobres e vulneráveis em países que têm mecanismos de aplicação menos rigorosos”, enfatizaram os relatores da ONU.